Dacnis

Dacnis albiventris - saí-de-barriga-branca


  Registros de saí-de-barriga-branca no WikiAves












Não há registro dessa espécie no site

Dacnis cayana - saí-azul


  Registros de saí-azul no WikiAves

O saí-azul mede aproximadamente 13 cm de comprimento e pesa, em média, 16 gramas. Apresenta acentuado dimorfismo sexual: o macho é azul e negro, com as pernas vermelho-claras, enquanto a fêmea é verde, com a cabeça azulada e pernas alaranjadas. Seu canto é um gorjear fraco.

É comum em bordas de florestas, capoeiras arbóreas, campos com árvores esparsas, florestas secas e de galeria. Vive normalmente aos pares ou em pequenos grupos, procurando insetos ativamente na folhagem ou alimentando-se de frutos em árvores e arbustos. Vive à beira da mata em várias altitudes, copas de mata alta. Costuma aparecer em pequenos bandos mistos com Cyanerpes e Tangara.

Ocorre em todas regiões do Brasil. Encontrado também de Honduras ao Panamá e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.

Dacnis flaviventer - saí-amarela


  Registros de saí-amarela no WikiAves





A saí-amarela mede cerca de 11,3 cm de comprimento. O macho é amarelo e preto, com o alto da cabeça e nuca de coloração verde-opaca e a a fêmea é por cima pardo-esverdeada, por baixo cinza-pardacenta um pouco estriada, olho vermelho.

Varia de incomum a localmente comum na copa e nas bordas de florestas de terra firme e de várzea, capoeiras e clareiras adjacentes com árvores esparsas. Vive em pequenos grupos, eventualmente participando de bandos mistos. Permanece a maior parte do tempo no alto das árvores, mas às vezes desce aos estratos mais baixos, nas margens de rios e bordas de florestas.

Presente na Amazônia brasileira tanto ao norte do Rio Amazonas, do Rio Negro para oeste, quanto ao sul, do Rio Xingu para oeste. Encontrado também na Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

Dacnis lineata - saí-de-máscara-preta


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Dacnis nigripes - saí-de-pernas-pretas


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A saí-de-pernas-pretas é vista mais associada aos bandos de saíra-militar(Tangara cyanocephala), enquanto que o saí-azul(Dacnis cayana) aos de saíra-sete-cores(Tangara seledon). Era muito comum nas décadas de 70 e 80 no litoral paulista e ao redor da capital, mas sua ocorrência diminuiu drásticamente. Na região de Suzano e Ribeirão Pires na Grande São Paulo, era comumente vista até o início da década de 90, em bandos mistos com Tangara cyanoventris (saíra-douradinha), e Tangara desmaresti (saíra-lagarta), alimentando-se nas grandes plantações de caquis e pêssegos, existentes na área.

Referências